frutos vermelhos

Frutos Vermelhos

Os frutos vermelhos têm pouquíssimas calorias pois são constituidos por uma grande percentagem de água, quase a totalidade, e por isso mesmo são muito usados por desportistas e estão associados a imagens de trabalho físico, dietas e alimentação equilibrada.

Outra das características dos frutos vermelhos é serem ricos em anti-oxidantes, vitaminas C e A, cálcio, fósforo e ferro e são essenciais para o fortalecimento do sistema imunitário e o intestino.

Exemplos de Frutos Vermelhos:

  • Morango
  • Mírtilo
  • Framboesa
  • Groselha
  • Amoras

Morango

O morango é constituído por 92% de água.

Como consumir:

Frescos e bem maduros

olhos de emoções

Emoções, aprenda a exprimir-se

 

” Quando aprenderes a exprimir as tuas emoções regularmente, garanto-te que nunca mais terás de te preocupar. Mas toma atenção, assegura-te que estás a fazer tudo com o teu coração e não com a cabeça. Não ganharás nada se te enganares a ti próprio. Saberás se agiste com o teu coração quando te exprimires à pessoa em questão.”

Lise Bourbeau
Escuta o teu corpo. O teu melhor amigo.

 

 


Fontes:
Imagem – http://cdn2.momjunction.com/wp-content/uploads/2014/10/Eyes-Emotions-16-a4.jpg

recalcar emoções

Recalcar emoções

 

” Só depende de ti agora deixar de recalcar as tuas emoções, responsabilizares-te por elas e exprimi-las a quem de direito. Experimentarás não só uma mudança interior mas também uma mudança física. A tua cintura começará a adelgaçar-se, mesmo se já és magro.”

Lise Bourbeau
Escuta o teu corpo. O teu melhor amigo.

espiritualidade

A Espiritualidade

Na espiritualidade a pessoa que o é vê no outro o espelho de si mesma uma vez que se tornou mais consciente e percebe que esse é um meio para aprender, para se conhecer e para descobrir tudo o que aceita e que não aceita ver em si. Um ser espiritual aceita-se tal como é bem como aceita o que está à sua volta, mesmo não concordando. Criticar e julgar é achar-se superior a outra pessoa, é achar que é Deus e que o outro não o é. A espiritualidade exprime-se da seguinte forma:

“Sou Deus tal como o são todos os seres humanos. Todos nós somos expressões de Deus. Só não sabemos exprimir Deus na sua plenitude.”
Lise Bourbeau

“Ser espiritual é pensar “ser, fazer e ter” em vez de “ter, fazer e ser”.”
Lise Bourbeau

A filosofia do espelho diz-te que quando olhas uma pessoa vês nela tudo o que te pertence, vês as suas qualidades e os defeitos que são teus, e percebes se os aceitas ou não. Se te incomoda determinada coisa numa pessoa é porque tu não aceitas essa coisa em ti, não te permites ser ou fazer o mesmo. Quando aceitas algo esse algo não te incomoda e passas a exprimir-te sendo TU próprio(a). Se queres ser como essa pessoas só depende de ti sê-lo e exprimires-te da mesma forma.

“Estamos todos aqui, na Terra, para a nossa própria evolução, ou seja, para aprender a amar e a para amar e ser feliz. Se cada entidade conseguisse viver essa grande felicidade, a Terra inteira seria feliz. É muito mais fácil ocuparmo-nos de nós do que tentar controlar a vida de toda a gente.”
Lise Bourbeau

Quando te acontecem coisa desagradáveis, não te acontece o que desejas mas o que precisas. O teu superconsciente, Eu Interior, está a dar-te sinais, a tentar consciencializar-te, de que não estás a ir ao encontro das leis do amor.

E como fazes para ouvires mais o teu superconsciente, o teu Eu Interior? Usas a meditação todos os dias.
A meditação é um momento de paragem e de conexão contigo. Tira uns minutos todos os dias, escolhe um local calmo, onde ninguém te interrompa, e começa nos primeiros tempos a concentrar-te apenas na tua respiração. Podes também fazer corridas, caminhadas ou outro tipo de exercício físico, pintar ou desenhar, o importante é ficares concentrado apenas naquilo que estás a fazer ser algo físico, o objetivo é livrares a tua mente da confusão de pensamentos e acalma-la por alguns minutos.

Deixo-te um exercício simples de meditação e respiração que te ajudará no dia-a-dia e em situações de stress e ansiedade, em S.O.S, para de conectares.

1. Faz uma inspiração completa.
Respira pela barriga tal como os bebés e o que fazes enquanto dormes.
Conta até 6 ( 1 tempo ) para fazeres a inspiração completa.

2. Sustem a respiração contando até 6.

3. Expira contando até 12( 2 tempos ).

4. Sustem a respiração contando até 6.

Quando falo de tempo quero dizer que a contagem que fizeres na inspiração deve ser contada em dobro na expiração.

Repete este ciclo quando vezes entenderes até te sentires mais calmo(a) ou durante o tempo que definiste para a tua meditação. Como é uma respiração completa é possível que no início fiques mais tonto(a) ou enjoada. É normal pois está a entrar mais oxigénio do que normalmente acontece, no teu corpo, mas é assim que deve ser, o teu corpo precisa. Podes também sentir alguma sensação em algumas zonas do teu corpo, observa essa sensação, o que poderá estar a libertar-se de ti. Poderás ter pensamentos ou ideias durante a meditação ou nas horas e dias seguintes, sobre situações que tens de resolver ou ultrapassar. É o teu superconsciente que te está a guiar para o teu caminho do coração.

Podes usar também esta respiração simples para te ajudar a adormecer, vai ajudar-te a relaxar a mente e a conseguires entrar no sono com mais facilidade.

 


Fontes:
Livro – Escuta o teu corpo. O teu melhor amigo. de Lise Bourbeau, editora Pergaminho
Imagem – http://actinstitute.org/blog/wp-content/uploads/2017/04/como-a-espiritualidade-ajuda-a-atingir-metas-concretas-1024×741.jpeg

meditação mestre budista Yongey Mingyur Rinpoche

A importância da meditação para Mingyur Rinpoche

Esta é uma entrevista sobre a meditação ao Monge Budista Yongey Mingyur Rinpoche em que ele fala da sua experiência e visão sobre a ansiedade, a felicidade, o cérebro e o uso da meditação como ferramenta de controlo pessoal.
Lê com atenção e reflete sobre o sentido que ela tem para ti. O que podes aprender hoje ao ler sobre esta visão e experiência?

A confusão é mesmo o primeiro passo para o verdadeiro bem-estar. A garantia é dada por Mingyur Rinpoche, monge e autor de um best-seller, elogiado por investigadores do cérebro, especialistas em inteligência emocional e em gestão do stresse. Nascido há 42 anos na fronteira entre o Nepal e o Tibete, o autor de A Alegria de Viver – Revelar o Segredo e a Ciência da Felicidade (segunda edição portuguesa, €17,70, 296 págs., escrito em parceria com o norte–americano Eric Swanson) é conhecido mundialmente pela sua simplicidade radical, pelo seu sentido de humor e por estabelecer pontes entre o universo da investigação ocidental e as práticas meditativas no Oriente.Algum tempo depois de ter recebido a sua ordenação monástica e de ter participado ativamente em encontros e diálogos com neurocientistas do Laboratório Waisman de Imagiologia Cerebral e Comportamental, da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos da América, a convite de Dalai Lama, o monge celibatário trocou a sua vida no mosteiro por um prolongado retiro nómada. Saiu de Bodhgaya, na Índia, o local onde Buda Sidarta encontrou a iluminação. Foram quatro anos de errância e de aprendizagem. Desde então, viaja pelo mundo e partilha a sabedoria antiga do Tibete com a intenção de alargá-la a outros contextos – de hospitais a escolas, e até a prisões, passando ainda pela formação em programas de liderança.Conselheiro do Mind & Life Institute, sediado nos Estados Unidos da América, o mestre budista tibetano vai estar em Portugal, num encontro organizado pela Fundação Kangyur Rinpoche. Entre os dias 5 e 8 de julho, na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, ele dará a conhecer a essência e a prática da meditação, e o seu impacto no cérebro e na vida quotidiana.

Como lida com imprevistos e contrariedades?

Desde cedo que me treinei e preparei para o que vier, sem controlar o processo. O que fazer quando as coisas correm menos bem? Não dar importância a isso. Deixar passar. Isso não significa baixar os braços. Podemos usar o conhecimento e as nossas capacidades, fazendo o melhor possível numa situação, sem deixar que a mente fique demasiado centrada nos resultados.

Sentiu impaciência enquanto tentávamos estabelecer novo contacto, via Skype, para esta entrevista?

Senti, mas sei que é algo que faz parte e não me deixei influenciar nem aborrecer por causa disso. Sabe, eu fui uma criança tímida e introvertida. Por volta dos 7 anos comecei a ter ataques de pânico. Procurava libertar-me deles, subindo a montanha, fazendo caminhadas e apanhando frutos silvestres. O pior era quando descia: o pânico voltava, como se fosse a minha sombra. Pedi ao meu pai para me ensinar a meditar. Ele disse-me: “Não fujas do pânico, aceita-o e usa-o para desenvolver a tua autoconsciência.”

Foi assim que superou as crises de pânico?

Eu era preguiçoso e ficava entediado ao fim de cinco ou quinze minutos. Pensei que se me aplicasse não teria pânico! Tinha 17 anos quando me ocorreu fazer um retiro de três anos. No primeiro mês, tudo correu bem, mas a preguiça voltou [risos] e as crises também. Nos dois anos que ainda faltavam para o fim do retiro, consegui aceitar aquilo sem resistir nem esperar nada. O pânico perdeu poder sobre mim. A base da minha ansiedade estava em não reconhecer a verdadeira natureza da minha mente. Se não fossem estas crises, eu não tinha tido oportunidade de explorar a questão “quem sou eu”.

Buda disse que a vida é sofrimento. O oposto da alegria. Como explica isso?

Conto-lhe a história de um empresário que conheci. Insatisfeito com a sua vida profissional, foi a uma livraria e deparou com um livro que começava assim: “A vida é sofrimento.” Ele rejubilou com aquilo. “Que alívio, não sou o único a sentir isto.” Aceitar que a vida é feita de altos e baixos torna-a menos má e isso até pode ser bom, sem o medo e a expectativa 
a interporem-se no caminho.

No Oriente, a aceitação é a chave para resolver todos os problemas?

Nem tudo corre sempre bem nos Himalaias! Lembro-me de crescer a olhar para imagens do Ocidente e pensar: “Ena, que maravilha, as pessoas devem ser muito felizes aqui!” Em 1998, viajei pela primeira vez aos Estados Unidos da América. Dei-me conta de que havia uma barra de ferro em volta de uma torre de vidro e perguntei para que servia. Explicaram-me que era uma medida de segurança, para que as pessoas não se atirassem dali abaixo. Logo ali ficou claro para mim que nos países desenvolvidos também se sofre. O dinheiro, a fama ou o poder não contribuem para se alterar o estado de satisfação com a vida. Mesmo se ganhar a lotaria, tende-se a voltar ao estado de insatisfação. Estas questões tornam-se secundárias com a prática da meditação.

O que mostram as pesquisas feitas por neurocientistas sobre o que se passa na mente enquanto meditamos?

Nas experiências realizadas em laboratório e que envolveram o uso de técnicas de imagiologia cerebral, concluiu-se que os praticantes de meditação geriam melhor situações que pareciam ameaçadoras ou perigosas. Colocaram a mão dos participantes numa caixa com água e disseram-lhes que, no espaço de 10 segundos, a água ia aquecer e produzir uma sensação de escaldão. No grupo dos que não meditavam, a resposta mais comum foi a de uma mente agitada e propensa à ruminação, mesmo após a experiência. Os outros não se preocuparam em vão, mantendo a atenção no aqui e no agora. Quando está em constante ruído, a mente impede-nos de ver a realidade com clareza. Ao se meditar regularmente, ganha-se um estado de liberdade que se desenvolve graças à neuroplasticidade cerebral. Por exemplo, uma pessoa não quer estar preocupada, mas a preocupação vem, sem que consiga controlar isso, ou não quer estar zangada, mas a zanga vem na mesma. Quem medita não se deixa perturbar.

Qual o primeiro passo para se aprender a meditar?

Qualquer tipo de foco é bom para começar. A respiração, por exemplo. Inspirar e expirar, inspirar e expirar. Enquanto faz isso, vêm imagens, vozes, pensamentos e, ancorada na respiração, uma pessoa vai deixá-los vir. Depois, pode escolher outro foco como, por exemplo, o som. Enquanto se entrega à audição, vai dar-se conta de pensamentos, emoções, mas não se perderá no meio delas. Se vier o medo, observe o medo, se vier o pânico, a mesma coisa. É como estar a ver um rio sem estar dentro dele. A meditação formal, em retiro, sem telefone e sem televisão ou outras distrações, pode ser tão poderosa quanto aquela que se integra nas rotinas diárias, e o segredo é sempre o mesmo: “Tenta outra vez.”

O estado de pânico costuma originar hiperventilação. Centrar a atenção na respiração pode agravar esse estado?

Sim, razão pela qual faz sentido focar a atenção no exterior e não na respiração: olhar para uma flor, concentrar-se num som, etc. Importa treinar o ato de estar desperto, presente, dar-se conta do que pensa, sente ou vê. Olhar o céu, ver as nuvens a ir e a vir, sabendo que o espaço em que elas se movem está sempre lá. Com o espaço interno é a mesma coisa, está sempre lá.

Qual é a natureza da mente? Está no cérebro, no corpo ou fora dele?

Não importa! A essência da mente manifesta-se através da capacidade de se observar o pensamento, de se sentir a emoção e ganhar um espaço de abertura interna, que não é palpável, não se consegue tocar, mas que existe.

Por que razão a meditação funciona para uns e não para outros?

Muitas pessoas acreditam que meditar é não pensar em nada, ou bloquear pensamentos e emoções, quando é, simplesmente, não se deixar aprisionar por eles. As preferências têm que ver com os tipos de personalidade, mais ligados ao corpo, à voz ou à mente. A personalidade ligada ao corpo vai dar mais atenção às cores, às formas e ao ambiente, por exemplo. Na visão oriental, temos a ideia do desapego que contrasta com o modelo ocidental, materialista, de ter e de conquistar, de ser o primeiro. São dois extremos, e o equilíbrio está entre eles. É preciso perceber a técnica e o potencial ilimitado que todos temos para estar presentes e despertos. Começa-se por se treinar durante quatro ou cinco minutos diários, pelo menos durante 21 dias. Se sobreviver a essas três semanas, terá criado um hábito novo.

O guru Sogyal Rinpoche, autor do clássico O Livro Tibetano da Vida e da Morte, e que elogia o seu livro, tem sido publicamente apontado por abusos sexuais. O que pode dizer acerca disto?

No budismo tibetano não há os gurus e os outros, todos temos potencial para evoluir. Somos humanos, cometemos erros e temos de aprender com eles para não os repetirmos.

Como foi largar o mosteiro e cultivar uma vida nómada durante quatro anos?

Desde criança que sentia o apelo de andar livre pelas montanhas. Numa noite, deixei tudo para trás e aventurei-me nos Himalaias. Foi um pouco como chegar aos 18 anos e fazer-me à estrada, testar-me e conhecer a minha verdadeira natureza. No princípio, foi difícil: mendigava para comer, fiquei com diarreia, vomitei durante dias. Larguei o papel de professor que ensinava num mosteiro, e tudo isso. Ao quinto dia, o meu corpo entrou em paralisia, deixei de ouvir, mas a minha mente ficou mais clara. O que quer que estivesse 
a viver naquele momento, só podia estar presente.

Teve alguma revelação a partir dessa experiência?

Senti uma abertura e uma tomada de consciência que não é traduzível em palavras. Limitei-me a descansar durante 6 horas e, na manhã seguinte, olhei em volta: as árvores estavam lindas e eu estava vivo, a respirar, sentindo-me grato. Tentei ir buscar água e desmaiei. Levaram-me ao hospital. Aprendi muito nesses anos. Se amarmos o mundo, ele amar-nos-á de volta.

A neurociência e a física quântica podem mudar o mundo?

Os neurocientistas sabem hoje muito mais sobre o funcionamento do cérebro e dos mecanismos percetivos, indissociáveis do que se passa na natureza. Estamos mais próximos da verdade, e isso permite-nos ser mais generosos e compassivos. O que a física quântica diz é que tudo está em constante mudança e passa por altos e baixos, tal como a própria vida, com muitas variáveis que dependem umas das outras. Ao compreendermos esta interconexão, temos de partir do ponto em que precisamos de confiar, mais do que nunca, uns nos outros.

O que diria aos líderes mundiais, olhando para as assimetrias e os conflitos mundiais?

As guerras começam quando se quer mudar o mundo. A melhor forma de mudá-lo é transformar-se a si mesmo, aprendendo com os erros e perdoando-se no seu processo. Se o fizermos, o mundo pode ser um lugar melhor. Todos temos a capacidade de cultivar a esperança, mas sem expectativas. E de cultivar o desapego, que nada tem que ver com desistência. Deixar ir não é desistir!

Faz-lhe sentido a crise da meia-idade?

Não a sinto! Eu estudo, ensino e partilho o conhecimento. Meditar mudou-me a vida desde a minha infância, e eu só posso estar grato por isso e pelo que estou a fazer agora.

Como se mantém em forma?

Viajo bastante e medito pela manhã, já que o resto do dia está normalmente ocupado. Faço retiros para mim, com a duração de um a três meses por ano. Comecei a escrever um novo livro sobre o deixar ir, a morte e o morrer. O tema da morte intimida as pessoas e tem muito que ver com o medo que ganha força quando o negamos. Se caminharmos com ele, isso faz toda a diferença.

 

Entrevista escrita por Clara Soares, Jornalista e Psicóloga, e publicada na Revista Visão (online) a 17.06.2018 às 13h50. Fotografia D.R.

simbólico cruz suásticas

O elemento simbólico usado como representação de algo

SIMBÓLICO  –  Elemento representativo que está em lugar de algo.

Quem diria!  A Lacoste ostenta, para vender os seus produtos, o desenho de um crocodilo.  Ao que parece retirado de uma antiga moeda Egípcia onde figura um crocodilo a envolver uma palmeira.

Lacoste

Os símbolos também podem simplesmente estar vivos como aquele organismo pluricelular, semelhante às medusas, que habita o oceano atlântico sobretudo junto aos açores, a “Caravela Portuguesa”, assim chamada por recordar o formato das caravelas portuguesas do período Quinhentista.

Os símbolos estiveram e estão em todo a parte.  Existem vestígios deles já no Neolítico, embora não fizessem ainda parte de uma escrita organizada.  Existem nos nossos dias nos Logótipos, nas Logomarcas, enfim em quase tudo desde as religiões, seitas, crenças e outras inspirações ou sabedorias.

A escrita organizada de várias civilizações antigas como a escrita cuneiforme da Mesopotâmia e a escrita dos povos Maias, veio substituir muitos símbolos até então usados mas não os destruiu. Pelo contrário, ao longo da história da humanidade, os símbolos foram-se espalhando, integrando novas religiões, novos regimes políticos e sociais e os horizontes foram-se alargando.

Um belo exemplo disso é a Cruz Suástica que contrariamente à actual ligação ao racismo, à xenofobia, ao fascismo e à supremacia branca após a segunda guerra mundial e o holocausto, vem de uma antiga herança.  Surge já no Neolítico pela necessidade que os povos tinham de se expressarem.  É um símbolo místico encontrado em muitas culturas e religiões em tempos diferentes.  Está presente nos templos Budistas e Hopi, adotada pelos povos ameríndios, associada às migrações dos povos protoindo-europeus, parece ser um significativo símbolo religioso dos nossos remotos antepassados, unindo antigos germânicos às culturas grega e védica.  Encontra-se instalada em diversas culturas mundiais  –  Índia, África , Américas do Norte e Sul, Ásia e Europa.   A palavra “suástica” deriva do sânscrito SVALTIKA, significando felicidade, prazer e boa sorte.

De um modo geral, sobretudo nas religiões, todos os símbolos parecem obedecer a determinados princípios:  a Criação, a Felicidade, a Boa Sorte, o Sucesso, a Fortuna, a Harmonia, o Equilíbrio e outras pequenas bênçãos.

 

imagem com as cruzes suásticas: http://desconstruindo-o-nazismo.blogspot.com

Os centros energéticos do teu corpo físico, os chakras.

Sabes que dentro de ti existe energia e tens consciência dessa energia quando estás cansado sem explicação ou quando te aparece uma força gigante para fazeres algo de que gostas muito. Quando gostas do que fazes, ou quando queres muito uma coisa, tens sempre energia para o fazer e vais buscar essa energia não sabes bem onde. Essa energia vais busca-la à água que bebes, à alimentação que comes, ao ar que respiras, aos pensamentos que crias e ao teu corpo energético.

Quando te sentes sem energia o teu corpo e o teu superconsciente está a dizer-te que não estas a viver, pensar e agir da forma mais benéfica para ti e que não existe nem vida nem motivação em ti. Estás com uma grande falta de vitalidade.

O teu corpo físico é envolvido pelo corpo teu energético ou vital. O corpo energético é formado por milhões de linhas que envolvem o corpo físico. São 21 essas linhas e cruzam-se em 7 pontos energéticos do teu corpo formando centros de energia. A energia concentra-se nesses 7 pontos que se encontram entre a base da coluna vertebral e o topo da cabeça. Esses pontos são os chamados chakras, os sete centros de energia do corpo físico.

 

1º Chakra / Centro Energético

Centro Coccígero / Chakra Raíz / Muladhara
Cor: Vermelho
Som: LAM
Elemento: Terra
Localização: na base da coluna vertebral.

É o centro da força física e da sobrevivência. Quando tens raiva, dor, irritação, medo, insegurança em relação à tua sobrevivência, é a este ponto que vens buscar energia.

Podes ter dor nesta zona e nas costas quando demasiado energia se acumula aqui. Alterações de energia neste centro energético afeta a glândula supra-renal, que produz a cortisona e a adrenalina necessária ao teu corpo.

Este centro energético representa o teu instinto animal tal como o 2º Chakra.

Quando está em desequilíbrio provoca:

  • anemias
  • concro
  • alergias
  • hemorróidas
  • depressão
  • agressividade
  • insuficiência renal
  • egocentrismo

 

2º Chakra / Centro Energético

Nomes: Centro Sagrado ou Sexual / Chakra Sacral ou Sexual / Swadhisthana
Cor: Laranja
Som: VAM
Elemento: Água
Localização: entre o osso púbico e o umbigo.

Aqui tens o teu centro criativo, o teu centro de poder criativo, onde vais buscar energia para criar a tua vida como a desejas. Este centro energético afeta o centro energético da garganta, quer haja energia em excesso ou em deficiência. Para além da energia criativa este ponto está associado à expressão de ódio, raiva, orgulho, ciúmes, egoísmo e amor possessivo quando está em desequilíbrio e demonstra a necessidade de poder sobre os outros, baixando a tua energia criativa e sexual. Podes notar esse bloqueio ao teres a barriga inchada. Quando te libertares destas energias negativas e destrutivas, mudas a tua maneira de ser e passas a controlar o teu orgulho. Assim a energia deste chakra vai subir até ao chakra da garganta e permitir-te desenvolver os teus dons e talentos e também criar com abundância tudo o que desejas na tua vida.

Este chakra à semelhança do 1º chakra representa o teu instinto animal.

Quando está em desequilíbrio provoca:

  • doenças de rins
  • doenças de estômago
  • alergias
  • problemas hormonais
  • infertilidade
  • doença de fígado
  • doença de bexiga
  • doença de vesícula
  • problemas menstruais
  • doenças sexuais
  • ódio
  • raiva
  • tristeza
  • falta de paixão
  • dependência emocional
  • vícios

 

3º Chakra / Centro Energético

Nomes: Centro Solar / Chakra do Plexo Solar / Manipura
Cor: Amarelo
Som: RAM
Elemento: Fogo
Localização: entre o umbigo e o coração.

É o centro das emoções e dos desejos. Quando te deixas levar por sentimentos fortes e ficas perturbado por eles, sem te exprimires corretamente, estás a bloquear este cento energético.

Quando te sentes sem energia ao sentires culpa, agressividade, desapontamento e pena saberás que este centro energético está bloqueado, e a energia não vai fluir através dele. Quando estiver bloqueado e com energia em excesso o teu pâncreas e o teu sistema digestivo será ativado.

Este é o centro intermédio entre o teu lado espiritual e o teu lado instintivo.

Nos 3 primeiros chakras encontra-se centrada a tua energia dominante. Quando vives uma vida insegura e onde as emoções te dominam terás estes 3 chakras a necessitarem de muita energia. Essa energia de que precisam em excesso será retirado dos restantes 4 chakras que acabam por ficar em défice energético. O objetivo de todos os homens e mulheres, e por isso o teu também, é crescer, levando energia para o teu lado espiritual, equilibrando o teu lado terreno e espiritual, e consequentemente equilibrando os teus 7chakras.

Os primeiros três chakras representam o teu ter e os restantes o teu ser.

Quando está em desequilíbrio provoca:

  • má digestão
  • ansiedade
  • diabetes
  • toxinas
  • problemas de pele
  • problemas de fígado
  • problemas de pâncreas
  • úlceras
  • hérnia de hiato
  • gastrites
  • cálculo de vesícula
  • problemas emocionais
  • ansiedade
  • baixa auto-estima
  • timidez
  • intransigência

 

4º Chakra / Centro Energético

Nomes: Centro Cardíaco / Chakra do Coração / Anahata
Cor: Verde
Som: YAM
Elemento: Ar
Localização: na zona do coração.

É a fonte do teu amor e compaixão. Está ligado ao Timo, órgão que ajuda a criar imunidade a doenças. Ao teres este centro energético bloqueado as suas emoções e intelecto estão carregadas de energia, e foram elas que levaram a esse bloqueio. Para desbloqueares o chakra do coração é necessário aceitares que és responsável pelas tuas emoções e pelo teu controlo, e ainda que deves amar mais as pessoas que te rodeiam. Quanto mais a energia fluir neste chakra mais facilidade tens em fazer acontecer o que desejas na tua vida. À medida que dás amor o teu chakra vai-se abrindo e permitindo que também recebas amor.

Quando está em desequilíbrio provoca:

  • doenças cardíacas
  • problemas pulmonares
  • asma
  • bronquite
  • depressão
  • angústia

 

5º Chakra / Centro Energético

Nomes: Centro Laríngeo / Chakra da Garganta / Vishuddha
Cor: Azul Turquesa
Som: HAM
Elemento: Éter
Localização: na garganta.

Afeta a glândula da tiróide que por sua vez vai afetar todo o sistema nervoso, o metabolismo, o controlo muscular e a produção de calor humano. Este é o teu centro de criatividade e de expressão.

Este chakra está ligado ao chakra sexual, o centro de maior energia do ser humano que envia a sua energia para os restantes chakras. Se não explorares a tua criatividade e expressares a tua verdade, todos os dias, não estás a usar corretamente a tua energia e isto vai fazer com que o teu chakra da garganta seja afetado. Terás dores de garganta, dificuldades na voz e nas laringe, e a tua tiróide será afetada. Para tornares este centro energético mais harmonioso deves exprimir-te, criar o que desejas na tua vida, através do teu trabalho, de expressões artísticas, como a música, a dança, a costura, a escrita, e tantas outras formas. Para teres este centro energético em harmonia deves ser verdadeiro na tua expressão, nos teus pensamentos, palavras e ações.
Este centro energético é a tua PORTA DE LIBERTAÇÃO. Assim que aprenderes a amar com o coração e a ser verdadeiro contigo mesmo, a tua energia vai conseguir fluir até aos centros energéticos seguintes e assim tornares-te mais espiritual.

Quando está em desequilíbrio provoca:

  • doenças da garganta
  • laringite
  • faringite
  • problemas de tiróide e paratiróide
  • doenças mentais
  • depressão
  • problemas de coluna cervical
  • problemas de dentes
  • distúrbios da fala
  • calo das cordas vocais
  • falta de criatividade
  • covardia
  • timidez
  • doenças nervosas
  • fobias

 

6º Chakra / Centro Energético

Nomes: Centro Frontal / Chakra do Terceiro Olho / Ajna
Som: AUM ou OM
Cor: Azul Índigo
Elemento: Luz
Localização: no espaço entre as sobrancelhas.

Aqui encontram-se todos os teus dons e poderes naturais e paranormais, a intuição, a clarividência e a audição perfeita.

Os chakras 3, 4 e 5 ajudam-te desenvolver a tua personalidade e individualidade. Quando emitas alguém não estás a ter a tua própria personalidade mas a ser igual a outra pessoa. É necessário atingir essa individualidade e conheceres-te e reconheceres-te na tua personalidade para que possas ser o teu próprio mestre. Ao desbloqueares estes três chakras conseguirás trabalhar com os chakras superiores, 6º e 7º, e assim trabalhar a tua espiritualidade. Não conseguirás chegar à tua espiritualidade se não trabalhares os chakras inferiores, desbloqueando-os e permitindo que a energia flua através deles.

Quando está em desequilíbrio provoca:

  • rinites
  • sinusites
  • alergias
  • enxaquecas
  • problemas de ouvidos
  • surdez
  • problemas de olhos
  • cegueira
  • cataratas
  • insanidade
  • depressão
  • insónia
  • pesadelos

 

7º Chakra / Centro Energético

Nomes: Centro Coronário / Chakra da Coroa / Sahasrara
Som: ANG ou OM ou Silêncio
Cor: Violeta / Lilás
Elemento: além dos 5 elementos
Localização: no topo da cabeça.

É a auréola que envolve a cabeça dos santos e dos seres espirituais.

Os chakras 6 e 7 permitem-te aceder a um nível superior através da meditação e da prática do bem ao próximo, o bem que faças sem esperar nada em troca.

Quando está em desequilíbrio provoca:

  • depressão
  • insónia
  • problemas endócrinos
  • tumores
  • inflamações dos nervos
  • problemas nos ouvidos e nos olhos
  • problemas imunológicos
  • envelhecimento precoce
  • doença de Parkinson

 


Fonte:
“Escuta o teu corpo. O teu melhor amigo.” de Lise Bourbeau.
Imagem do corpo de texto – https://c1.staticflickr.com/6/5457/10193513586_8dfc407c8e_b.jpg

potential painting

Possuis tudo o que precisas em ti

“Convence-te de que possuis dentro de ti tudo o que é necessário para fazeres com que aconteçam coisas belas. Se pedires, receberás.”

Lise Bourbeau em Escuta o teu corpo. O teu melhor amigo.